Olá bom dia a todos é vamos esperar só 2 minutinhos para começar o evento enquanto as pessoas vão se conectando OK caso vocês precisem fazer alguma pergunta ou falar com a gente já pode usar a caixa de perguntas e respostas aqui embaixo é nossa equipe já está aqui disponível já olhando as perguntas para responder para vocês que vamos esperar só esses 2 minutinhos e a gente já começa? Bom pessoal vamos começar acho que já deu tempo aqui das pessoas se conectarem respeito AA quem já se conectou então muito muito bom dia mais uma vez né sejam todos muito bem vindos aqui o nosso evento né mais um evento digital da croda para o mercado de crocker meu nome é Igor Ferreira sou responsável comercial para o Brasil hoje aqui junto comigo tá Rachel tombali nossa coordenadora de de do time de aplicação para América Latina maquel tudo bem. Olá Igor bom dia um bom dia a todos que estão aqui acompanhando com a gente muito obrigada por participarem. Obrigado pela participação Raquel bom a gente está aqui hoje diretamente no nosso centro de inovação em Campinas né aqui a convite do time de marketing a gente vai ter um bate-papo com os nossos especialistas sobre um tema muito interessante que a gente vê que continua sendo um desafio nos processos de formulação que é o desenvolvimento de emoções para o mercado agrícola k é durante todo o evento a gente vai conversar desde metodologias boa práticas e tecnologias para desenvolver mução passando dos conceitos mais básicos até identificar OHLB requerido para selecionar os melhores componentes. E em si é como fazer o desenvolvimento dessa emoção tá seja ela uma e dábliu uma e ser e vamos passar também por micro emoções tá durante todo o evento a gente vai ter a participação do nosso especialista técnico Gabriel que vai direto do nosso laboratório nos ensina algumas técnicas super importantes para garantir esse desenvolvimento de uma emulsão estável e robusta de uma maneira ágil k fica com a gente até o final que a gente preparou um conteúdo bem bacana didático para ser uma ferramenta de uso diário. De vocês k. Antes de começar é quero apresentar um pouquinho de como funciona a ferramenta principalmente para aqueles que estão participando da primeira vez né então a gente tem alguns recursos super importantes para fazer do evento um sucesso não é aqui do lado esquerdo vocês vão encontrar um pouco os meus contatos os contatos da Raquel caso precisem de qualquer necessidade isso não invalida que vocês entrem em contato já com os contatos que vocês já tem dentro da croda né mas abaixo vocês vão ver alguns vídeos que vão surgir é ao longo da apresentação? Do laboratório justamente do Gabriel fazendo as apresenta ações vocês vão notar que aqui no canto superior tem um quadradinho caso fique muito pequeno para vocês vocês podem expandir essa tela e aí vocês vão conseguir enxergar o vídeo é em tela cheia e para reduzir basta clicar nesse tracinho nesse sinal de menos para voltar e conseguir enxergar os slides em tamanho de tela cheia k. Pelo lado direito nossos na nossa lista de recursos são alguns materiais que a gente já separou para que vocês possam fazer download durante Oo trabalho e durante a apresentação e aí vocês conseguem já fazer comparativos de materiais algumas sugestões as nossas brochuras é o nosso link de como fazer é o desenho do experimento então tem recursos super importantes que ao longo da apresentação a gente já vai referenciando aqui para vocês ficarem sabendo e ele fica disponível para download inclusive aí posso evento k? Um pouquinho mais abaixo vocês podem pedir amostras então a gente já selecionou aqui para fazer um pedido rápido EE fácil dos pedidos de amostra e o mais importante a sessão de perguntas e respostas que ficam aqui embaixo que está disponível já desde o início do evento vocês podem enviar o quanto o quanto vocês quiserem nós vamos responder se não conseguirmos durante todo o evento a gente vai contatar vocês depois tá durante o evento nós temos a equipe técnica respondendo diretamente via a sessão de perguntas e respostas. Algumas delas a gente vai responder no final a gente vai selecionar para para para o finalzinho para nossa perguntas e respostas junto com a com a Raquel e aí caso a gente não tenha tempo de responder todas as perguntas eu ou Aline ou responsável técnico vai entrar em contato depois do evento com vocês para tirar todas as dúvidas k? Lembrando que esse evento assim como todos os outros que a gente fez até aqui é fica disponível para visualização dentro do nosso site a qualquer momento né ou caso vocês prefiram vocês podem retornar clicar no link de acesso desse evento e vocês já vão ser direcionados para essa página k? Bom agora a gente vai fechar a Câmera está o pessoal aqui para garantir 11 melhor conexão garantir que não está travando para vocês EE garantir que a gente vai ter 11 evento sem problemas então a gente vai fechar aqui para começar as apresenta ações k. E qualquer momento nos envia aqui no chat caso tenha algum problema para a gente ir ajustando ao longo do evento quem? Maravilha então agora vamos começar está pronta aquela. Sim vamos lá vamos lá maravilha bom é então as emoções Raquel são presentes aqui praticamente em todas as aplicações agrícolas né desde pesticidas químicos a biológicos passando por adjuvantes e apesar de ser algo muito presente no dia a dia do formulador tem seus desafios a gente sabe né seja para diferentes apresenta ações como atingiram uma micro moção ou até mesmo pelas infinidades de componentes possíveis né sejam os distintos solventes os ativos que têm características diferentes e interferem nessa estabilidade de emoção. E até os componentes emocionantes né que a gente sabe que que muda muito e tem muitas opções né com isso o que eu quero aqui é que abriu espaço para você e o Gabriel nos ajudar a demonstrar as melhores práticas para a gente garantir um processo de desenvolvimento ágil e efetivo para atingir esses melhores resultados? Sim legal Igor bom vamos falar um pouco dessas formatos né de desenvolvimento é ferramentas que a gente usa muito dentro da croda mas para iniciar eu gostaria de passar por uma base de emoção e emocionantes também bem rapidamente porque pode ter que algumas pessoas que não tem tanta experiência né tanto contato com esse tipo de produto para eles nos acompanharem bem aqui na nossa apresentação. Então você monções elas são sistemas de 2 fases que contêm 2 ou mais líquidos que são imiscíveis uma fase ela está dispersa na outra que seria a fase contínua. A essas 2 fases elas não se misturam por conta da diferença de polaridade por exemplo a água que é polar ela não se mistura com óleo por exemplo um óleo vegetal óleo de soja que é a polar. Os emocionantes eles têm um papel fundamental para a obtenção de uma emoção que eles vão permanecer nessa interface óleo e água e vão evitar a coalescência das gotículas seria uma junção uma aproximação dessas gotículas. A formando outras que seriam maiores e levando a uma separação. Dessa mistura e um é um certificate um emocionante ele tem 2 partes uma cauda que é hidrofóbica ou seja ela gosta de de. Partes mais apolares como os olhos e também uma cabeça hidrofílica que gosta mais do meio polar que seria o acoso. Se você não conhece muito desses sistemas saiba que as emoções elas estão presentes no nosso dia a dia em vários produtos e aplicações como nos alimentos por exemplo em sorvetes a maionese o leite. Também e muitos produtos de higiene pessoal de saúde há também tintas tintas que a gente aplica na parede podem ser de base emoção. E no nosso caso mais específico produtos para proteção e nutrição de cultivos também. Então no nosso meio é agro é mais comum a gente trabalhar com emoções que sejam do tipo óleo em água ou seja o óleo é disperso em um meio acoso contínuo isso porque no geral há no momento da aplicação do produto no campo nós temos uma diluição em tanque. Que é a base de água e assim a gente tem uma incorporação é uma diluição mais fácil. Ou na verdade em alguns casos dependendo do tipo de formulação a emoção ela só é gerada nessa etapa de diluição. A nesse slide a gente tem estados a os tipos de formulação mais comuns que são usadas no nosso mercado. Há podemos já ter uma emoção pronta no frasco do produto né na formulação final. Que são emoção em água? Micro emoção e suspensão são. Ou como eu mencionei nós podemos também gerar essa emoção apenas no momento da diluição do produto para aplicação. E seriam os concentrados emocionava vez e as dispersões em óleo também. Dentre as formulações baseadas em emoção as excess os concentrados emulsionáveis eles são os mais comuns. São formulações de relativamente menor complexidade desenvolvimento de estabilização e processo de produção também. Mas é muito importante a gente selecionar um solvente que mantenha a solubilidade do ativo. A mas aí a estabilidade da emoção ela pode ser de algumas horas. E um aspecto importante também nessa formulação é em relação à espontaneidade da abertura quando a gente adiciona esse produto em água. Já a CW as emoções em água a emoção ela já está pronta já está feita formada né na formulação final. Ai nós já temos então a incorporação de água dentro desse produto e consequente menor é quantidade de solvente adicionado. Aqui é importante usar emocionantes que eles mantenham a estabilidade ao longo prazo da emoção que seria aí por alguns anos então em muitos casos nós usamos é emocionantes que sejam poliméricos que vão trazer uma maior estabilização. Pra pra essas gotas. Já a nossa direita A gente tem AME seria micro emoção. E essas são formulações que também nós já temos a emoção formada dentro do do produto final. Mas o tamanho das gotas é de espécies nesse meio é bastante reduzido sendo uma formulação termodinamicamente estável e o aspecto visual dele é diferente ele é mais límpido então não é um produto com um aspecto branco como as demais macro emoções que são formadas é em geral na ECE na IW. E a outro ponto aqui nas micro emoções nós precisamos sim de uma quantidade maior de emocionante. Para que esses esse emocionantes seja suficiente para estabilizar essas pequenas gotículas né toda essa área superficial que é gerada e a gente obter essa estabilidade termodinâmica? E por esse motivo são formulações com maiores concentrações de tensoativos se a gente comparar com uma ex e ou uma IW. Então o custo-benefício dessa formulação ele deve ser avaliado mas é um resultados muito bons são podem ser obtidos com com eles. A incorporação de surfactantes em uma formulação. É? Em quantidades maiores também podem trazer algum tipo de maior formação de espuma por exemplo ou uma irritação maior e aí é importante você buscar utilizar dentro do seu desenvolvimento produtos que sejam mais suaves que tenham uma eficácia maior também. É então você pode já pensar nesses fatores durante o seu desenvolvimento? Vamos voltar um pouquinho então aos emocionantes em si. E agora nós vamos ver uma teoria que é a teoria do HLBE como nós podemos utilizá-la? A nós podemos usar essas informações no momento que vamos desenvolver uma nova formulação podemos usar dados dos emocionantes da sua escolha. E planejar as misturas em busca de uma emoção que seja mais estável e robusta. Então vamos saber um pouquinho mais sobre essa teoria eu uso. A teoria do HLB é ele pode nos auxiliar na seleção desses emocionantes em desenvolvimento ela nos fornece informações sobre o equilíbrio hidrofílico lipofílico do surfactante. Ele foi criada por Griffin em 1949. E é um número que é atribuído ontem só ativo não iônico. Para classificar sua solubilidade em óleo ou em água e é utilizada uma escala arbitrária que é de zero a 20 onde o zero seria totalmente solúvel em óleo. E o 20 seria totalmente solúvel em água. Nós podemos ver na figura nesse slide a que mostra essa diferença na estrutura e a relação com sua maior afinidade por óleo ou água. E na direita nós temos uma ilustração com 3 valores dentro dessa escala galeb 5 h lib 10 e 15. Em que os 5 ele seria mais solúvel na fase oleosa então está deslocada aí para para esquerda que seria mais é solúvel no óleo? O 10 ele já está numa posição mais central então ele tem certa solubilidade em óleo mas também em água e o 15 ele já é mais solúvel na fase aquosa então está mais de deslocado para A direita aí junto da fase base água. Eu HLB então por ser 11 sigla de Balanço hidrofílico lipofílico é. Dentro disso nós devemos saber que quanto menor ou HLB mais lipofílica ou solúvel em óleo seria a essa determinada substância então de uma forma um pouco mais ilustrativa quando nós usamos esse conceito e vemos aqui à esquerda o spa 80 por exemplo que é um mono oleato de sorbitano e ele tem um HLB de valor 4 nós podemos ver na imagem do ISP 80 é misturado em água que ele não fica. Muito solúvel né tem um aspecto mais esbranquiçado em. Já por outro lado quanto maior OHLB mais hidrofílico ou solúvel em água será o surfactante então na imagem da direita nós podemos ver o teu em 24 que é um mono oleato de sorbitano etoxilado. Ele tem um HLB de 16,8 e solubiliza muito bem produzindo uma solução límpida então ele tem aí uma boa afinidade pela água ficando bem solúvel. Legal e Raquel só lembrando que o time que No No lado direito aqui na nossa lista de recursos você pode é baixar o nosso as nossas brochuras dentro delas você vai ter os HL bs além de outras propriedades físico-químicas que o pessoal pode usar como referência só para dar esse alerta aqui e ajudar o pessoal que pode conseguir informação rápido. Há sim sim nós nossos catálogos de informações de produto. É os emocionantes dia trazem já lhes esses materiais já trazem na informação de lb pelos nossos produtos isso mesmo bem lembrado. Há pensando em desenvolver. Uma formulação de emoção em de óleo em água. Bom há muitos olhos são atribuídos um h lb requerido. Slb requerido ele seria um valor de HLB. Para os emocionantes necessário para alcançar uma boa remoção desse óleo. E aí o método de trabalho seria escolher 2 ou mais emocionantes com diferentes HLBS. Para que a junção do dos valores e a média né desses valores sejam AO valor do óleo que nós queremos emocionar? E nós trabalhamos em geral com mais emocionantes porque eles podem gerar uma emoção que você que será mais estável. O exemplo aqui simplificado ao final do slide é para uma para um óleo que tenha um HLB requerido de valor 10 a um sistema emocionante poderia ser uma mistura de um para um de um emocionante HLB 5 e outro de HLB 10 porque a média deles aí num para um ficaria no valor 10. Mas é claro que a gente precisa fazer alguns testes vinhos para essa. Verificação. Ai aqui nós temos ilustrado a combinação de diferentes emocionantes onde você pode ver como produtos de baixo e alto agl b eles compactam bem nessa superfície porque eles se postam de uma forma diferente com base nas suas solubilidades relativas à da água seria ao meio externa nesse caso e não olho que seria o interno dessa gota. Misturar amo sonantes menores. Que sejam mais dinâmicos e rápidos. Como emocionantes maiores poderia ser também uma boa estratégia que você vai ter esse dinâmico rápido cobrindo rapidamente possíveis deformações que ocorram na interface como por exemplo colisões. E esses maiores eles poderiam ter múltiplos pontos de ancoragem pontos de conexão nessa estrutura é como por exemplo os poliméricos trazem né esse esses múltiplos pontos de ancoragem e eles não sairão facilmente dessa posição e eles vão trazer então uma maior proteção uma ou menor desproteção daquela área? E isso vai ajudar bastante a prevenir a co Les ência e separações. Eu expliquei um pouquinho da teoria do que é que nós podemos atribuir um HLB requerido aos olhos? Mas agora nós vamos trazer o nosso laboratório para vocês. O Gabriel anaga é o nosso cientista no laboratório em Campinas e ele vai explicar como fazer esses testes. É como fazer testes na verdade para encontrar OHLB requerido para o seu sistema oleoso de uma forma experimental que nem sempre esse dado está disponível mas a gente pode assim é fazer testes em laboratório para encontrar qual seria esse HLB requerido. Olá a todos eu sou Gabriel Nava especialista técnico para o mercado de Crop quer na lata. Sejam muito bem-vindos ao nosso laboratório localizado aqui na cidade de Campinas São Paulo Brasil hoje eu tenho a tarefa de ensinar para vocês como obter OHLB da sua fase oleosa sabemos que esse dado é muito importante para o desenvolvimento de formulações de emoções em água micro emulsão ou concentrado emocionava eu por exemplo. Hoje explicarei para vocês como obter o álibi requerido de um óleo de soja comercial mas esse exemplo pode ser reproduzido com ativos solúvel no seu óleo ou outros componentes solubilizados que podem afetar diretamente no valor do HLB requerido dessa fase oleosa. Para ajudar nessa atividade nós temos aqui um kit HLB. Este kit contém 8 soluções que possuem hl bs específicos e tabelados desde a galeb bem baixos como 2 até a galeb altos como 16 este kit é muito fácil de replicar e só precisam de 2 surfactantes da croda aqui vou mostrar para vocês uma tabela com a proporção em peso para que possam criar o seu próprio kit no laboratório utilizaremos o spa 85 um trio oleato de sorbitano com ele bebê embaixo de valor 2 e também o tuim 24. Que é um mod oleato de sorbitano e ó com a galeb at 16.5? Se vocês desejam receber as amostras para fazer seu próprio que tirar líber vocês podem comentar na caixa que está aparecendo na plataforma do web né? O procedimento é bem simples usaremos nosso óleo de HLB incógnita o kit HLBE água vamos para a bancada. Então já aqui na bancada eu tenho meu kit ali b com as 8 soluções a minha fase oleosa e a água. O procedimento é bem simples em um frasco vazio eu vou pegar uma das soluções do kit HLB homogeneizar com óleo. E aí sim adicionar água e agitar muito bem. A todas as proporções são essas mostradas na tela. E esse experimento ele apenas para adquirir OOHLB requerido da sua fazer rosa não necessariamente representando as proporções que será utilizado na sua formulação final. Então em cada mistura eu vou fazer um total de 10 g de emoção para não gastar tanto material mas você no seu laboratório pode fazer a quantidade que conseguir. Uma dica é utilizar frascos transparentes e cumpridos isso vai facilitar na sua observação de possíveis quebra da sua emoção então vamos fazer as misturas de HLB mais baixo diga LB 2. Adicionamos no frasco vazio de 0.4 g da solução com HLB conhecido. 4 g da minha fase oleosa. Organizamos para garantir que os surfactantes se solubilizam no óleo e logo adicionaremos 5.6 g de água. Por fim agitamos vigorosamente se possível tentem aplicar uma mesma força e tempo de agitação para todos os testes. Vou fazer agora o mesmo procedimento para todas as outras soluções de klb 468 e assim por diante lembre sim de identificar os seus frascos para não causar confusão mais tarde. Eu vou fazer aqui agitar bem todas e deixar em repouso por 1 hora e então voltamos. Então voltei depois de 1 hora e como vocês puderam ver tiveram grandes experiências entre as emoções as emoções ficaram melhores foram as de números 8 e 10 então podemos predizer que o hmb requerido meu óleo está próximo desse valor? Então como eu comentei a 8 e a 10 foram que as que ficaram melhores mas não tão boas para tirar dúvida o que podemos fazer é a solução de HLB 9 pra isso é muito fácil basta misturar 0.2 g do meu HLB 8 e 0.2 g do meu HLB 10 totalizando assim um HLB 9 eu fiz aqui com óleo de soja e como vocês podem ver eles ficou bem melhor do que o 8 e o 10 assim podemos dizer que o hmb final da minha fase oleosa? É de aproximadamente 9. Então essa foi a técnica para descobrir o álibi requerido de uma fase oleosa espero que vocês tenham aprendido bastante e não hesitem em entrar em contato com nosso time comercial se vocês precisarem de qualquer ajuda para o desenvolvimento de suas formulas ações obrigado. Retornando agora com a nossa apresentação espero que o vídeo tenha passado bem para todos. Há foi muito útil e super bem explicado aí pelo Gabriel como nós podemos fazer esses testes e descobrir qual é o galeb requerido? Da fase oleosa que a gente está trabalhando. E nós comentamos que nós buscamos atingir Oo mesmo HLB com emocionantes para OHLB requerido da fase oleosa que nós queremos emocionar que assim nós teremos um melhor desempenho mas nem sempre podemos encontrar alguma informação em literatura sobre esse álibi requerido do óleo ou mesmo de uma fase oleosa mais complexa. Que a gente está trabalhando então seria necessário utilizar essa forma experimental para encontrar esse valor? Mas é ainda tenho que dizer para vocês que apesar da teoria de HLB ser muito útil e a gente usa muitíssimo ela tem sim é várias limitações é aqui eu vou listar alguns fatores. Em que OHLB ele não leva em consideração? Então são. São fatores como a relação fase oleosa e fazer a cosa então quanto de cada fase eu tenho dentro da minha do meu sistema o nível de emocionantes necessário então você pode estar trabalhando em uma quantidade não suficiente mas ele não diz nada sobre isso? O efeito de temperatura ou sais em emocionantes etoxilados. Há e assim como é o uso de materiais iônicos e a dupla camada elétrica. Também sinergias ou interações que podem acontecer entre os componentes da formulação. Tão pouco a estrutura do emocionante. Então se é um produto ramificado ou linear ele não diz nada sobre isso. E características de emoções que sejam a de água em óleo. Aqui no nosso caso do mercado agro a gente não utiliza tanto esse tipo de emoção né a gente faz mais de óleo em água que é onde OHLB está mais direcionado então a gente tem aqui uma listinha né de alguns pontos em que OHLB ele não leva em consideração ele não não traz informações em relação a isso então é uma teoria muito útil bastante utilizada mas. Temos que saber que ela não vai explicar tudo e trazer todas as informações possíveis. E agora é o Gabriel vai trazer novamente aqui um vídeo para gente do laboratório com uma explicação de como nós na croda geralmente fazemos quando nós vamos desenvolver uma formulação baseada em emoção. A nós usamos um desenho de experimentos que seria em formato de um triângulo. Mas não vou explicar muito aqui para deixar o Gabriel trazer toda a informação pra vocês lembrando de Raquel vocês podem. Ei desculpe interromper mas só para deixar o pessoal aqui avisado que aqui no lado direito na lista de recursos eles podem pedir tanto as amostras não é do do do vídeo anterior dos HL bs requeridos do kit HLB como também esse desenho de experimento explicado passo a passo né? Há sim legal e eu ia lembrar também deles que eles podem aumentar o vídeo para para visualizar melhor. Vamos lá. Então agora que já temos ideia do hlbr querido da nossa fase oleosa podemos partir para o desenho do experimento um processo de otimização que vai nos ajudar ao desenvolvimento de formulações como emoções em água micro emoções e concentrados emulsionáveis. Segundo a teoria do galeb se o somatório proporcional dos meus surfactantes atingir OHLB requerido da minha fase oleosa eu terei uma emoção mais estável portanto agora que sabemos OHLB requerido da minha fase oleosa basta partir para a seleção dos tensoativos. Eu poderia trabalhar com um surfactante só mas isso seria muito difícil porque é muito difícil encontrar um surfactante que tenha um HLB á igual ou lb requerido do meu óleo então o que nós recomendamos é trabalhar com 2 surfactantes um com ALB mais alto há e um com ALB mais baixo? Aqui temos um óleo de ghalib 9 aproximadamente então eu vou trabalhar com um toque 4916 que tem um HL B baixo de 6022 que tem uma galeb mais alta de 14.8. Além deles eu também adicionarei na combinação OA tox 4838 b que ele é um aniônico portanto não entra no cálculo de HLB mas vai ajudar a formulação a ter uma melhor abertura e espontaneidade da emoção durante a diluição em água. Então hoje como objetivo é desenvolver uma micro emoção como esse óleo eu vou usar como base essa composição que vocês podem ver aí na tela que contém as concentrações já definidas de alguns componentes e onde eu terei 15% de espaço para os meus surfactantes. Lembrando que uma micro emulsão precisa mesmo de uma quantidade maior de surfactantes quando comparado à uma EW ou mais e mas se essa mesma composição pode ser utilizada para o desenvolvimento de qualquer tipo de formulações. Então eu tenho espaço para 15% dos de surfactantes. Mas eu quero trabalhar com 3 surfactantes como comentei anteriormente havendo então uma infinidade de proporções possíveis. É por isso que eu quero explicar para vocês uma metodologia que ajudará a organizar e economizar tempo na busca dos melhores proporções desses componentes na sua fórmula final. Chamamos essa metodologia de desenho experimento que utiliza um triângulo que se assemelha a um triângulo de fases. Porém antes para ajudar no entendimento de como ele funciona eu vou explicar passo a passo começando pelo caso onde teremos apenas um surfactante. Nesse caso nós temos muito saída é como mudar concentrações apenas podemos fazer uma substituição direta de um surfactante à por um surfactante b. O próximo passo é entender como seria com 2 surfactantes com 2 componentes na minha no meu desenho do experimento nesse caso ainda não teríamos um triângulo mas teríamos uma reta onde em uma extremidade temos 100% de AE 0% de BE na outra 100% de BE 0% de ar. Então conforme eu vou andando na minha reta da esquerda para A direita eu vou diminuindo a concentração de ar e aumentando a concentração de b. Ou seja eu vou partindo de 100% de AE 0% de b para 90% de a 10% de b 8020 e assim por diante até eu chegar no fim da minha reta onde eu tenho 100% de BE 0% de alta. Então nesse caso temos 11 experimentos que eu conseguiria abrange toda a região da minha reta e achar a melhor situação mas mesmo assim eu posso ficar em dúvida entre 2 pontos e uma opção é fazer um outro desenho do experimento é abrange no SS intervalo entre os 2 pontos como por exemplo entre 8020-7030. A eu vario eu posso variar de 1% mas partindo de 8020 e indo para 8119-8218 e assim por diante de 1% até 7030 por exemplo. Porém agora se adicionarmos um terceiro componente isso fica um pouco mais complicado seguir com essa metodologia de resultaria em muitos experimentos e ficaria um desenho de experimento muito grande então podemos partir agora sim para o desenho do experimento triangular. No triângulo como vocês podem ver na tela? Teremos uma mistura de diferentes proporções possíveis de reproduzir com 3 componentes. Onde os vértices representam 100% de cada um dos componentes as minhas arestas são misturas de 2 a 2 como a reta do exemplo anterior em que do lado oposto do meu vértice b por exemplo eu só tenho misturas de ar e ser. E toda a área do meu triângulo são combin ações dos 3 componentes. Para entender melhor como o triângulo funciona. Vou começar isolando somente o componente à. Nesse caso o vértice superior representa 100% desse componente e na reta oposta 0%. Então o triângulo está dividido com retas paralelas a esse lado oposto e que a cada reta eu vou tendo variações em decimais ou seja partindo do meu vértice a cada reta que eu vou me distanciando dele eu vou diminuindo de 100 para 90% 80 e assim por diante de 10 em 10 até chegar na minha aresta onde eu tenho 0%. O mesmo acontece para os componentes BEC mas em sentidos diferentes como vocês podem ver nas imagens deles também isolados. Agora para ver se ficou claro eu vou misturar de novo os 3 componentes e vamos escolher um ponto aleatório dentro do triângulo. Esse ponto que está aí na tela quanto terá de ar bem se bom vamos lá começando pela análise do meu componente AA gente pode partir da aresta oposta ao vértice começando então de 0% aumentando para 10 e 20% chegando na linha do meu ponto. Com b eu vou seguir da mesma forma começando pela aresta do lado oposto do vértice então eu tenho 0% 10 e também a linha 20% passa pelo meu ponto. Já com uma pontos e como ele está mais próximo do meu vértice eu vou começar por ele então 100% diminuindo para 9080 70 e finalmente chegando nos 60%. E disse quer dizer então que esse ponto representa uma mistura de 20% de há 20% de BE 60% de ser? Para facilitar e não precisar ficar traçando retas para descobrir as proporções nós numeramos cada uma dessas intersecções totalizando 67 pontos que incluem as vértices as arestas o interior do meu triângulo e também o ponto 33 que ele está localizado bem no meio do meu triângulo e significa partes iguais dos meus 3 componentes. Porém 67 experimentos ainda são muitos para se reproduzir e por isso nós selecionamos 10 iniciais que vão nos ajudar a guiar para achar melhor região do meu triângulo. Entre esses pontos em destaques estão os vértices com os pontos um 57 e 67. A misturas de 2 surfactantes que são os pontos 1621 e 62. Misturas com 3 componentes em proporções diferentes que são os pontos 1340 e 44 e por fim o ponto 33 que tem quantidades iguais dos 3 componentes. Gostaria de destacar que aqui é uma forma prática de se fazer esse experimento porém existem vários softwares aí no mercado que podem automatizar essa criação do desenho de experimento ou também chamados de DOI. Então agora assim já conhecendo como utilizar o triângulo e como trabalhar com ele vamos para a bancada para pôr a mão na massa? Como vocês podem ver na tabela temos as proporções da formulação de micro emoção que iremos reproduzir? Onde teremos 15% de espaço para os nossos surfactantes 10% de espaço? Para o meu óleo. E 75% da minha fase após. Nessa fase aquosa eu já fiz a proporções certinhas de água propilenoglicol e biocida e porque isso vai facilitar ao nosso processo de vai agilizar o nosso processo de formulação nesta prática eu recomendo utilizar frascos translúcidos e se você tiver buscando uma emoção frascos cumpridos também vão ajudar a diferenciar seus resultados é de possíveis instabilidades das suas emoções. Mas no caso como eu estou buscando uma micro emulsão há eu busco um resultado mais límpido e translúcido portanto somente um frasco transparente já é o suficiente. Ai uma dica não se esqueça de numerar os seus frascos para não se confundir depois em cada frasco vamos preparar 10 g de formulação isso significa que teremos 1.5 g de surfactante no total 1 g da minha fase oleosa e 7.5 g da minha fase aquosa. Como exemplo eu vou pegar o ponto 13 que é um dos 10 pontos iniciais. Nesse caso 60% será do meu surfactante á que no caso em 22. 20% será do meu surfactante b que no caso é o atl 4838 BE 20% do meu surfactantes e que é o 49 o atls 4916. Na bancada isso acaba sendo muito parecido com o teste de hmb requerido. Vamos colocar primeiro o óleo que neste caso é 1 g. Depois os surfactantes que no total são 1.5 g mas neste caso do ponto 13 0.9 g de tou em 22. 0.3 g de atopic 4838 BE 0.3 g de atrox 4916. Agora nós estampamos e damos uma homogeneizada simples apenas para já solubilizar os surfactantes no óleo. Após isso adicionamos por fim os 7.5 g da fase a coza finalizando os 10 g total de formulação tampamos o frasco e agora uma Geni Samos vigorosamente a mistura. O melhor é padronizar o tempo e força de agitação principalmente se estiver buscando por uma emoção normal. Aqui vou agitar por uns 5 segundos está ótimo esse é o primeiro ponto dos 10 iniciais agora eu preciso fazer com os outros 9. Lembrando que eu estou buscando uma micro emulsão e que 10 minutos em repouso já é mais do que o suficiente para eu ver se vai ficar translúcido e límpido mas se você tiver trabalhando com uma emulsão é eu recomendo deixar por pelo menos 1 hora em repouso para conseguir ver as diferenças de instabilidade da sua emoção como separação de crime. Eu vou fazer agora com as outras 9 e volto depois para a gente discutir os resultados. Como vocês puderam ver o ponto 33 foi aquele que teve melhor performance resultando em uma mistura translúcida e límpida? Isso foi muita sorte porque ele já é um dos meus 10 pontos iniciais mas muitas vezes isso pode não acontecer e o que recomendamos é fazer os pontos ao redor daquele que teve o melhor resultado. No caso como deu o ponto 33 eu vou fazer os pontos arredores dele ou seja os pontos 2425-2632 e 34. Então eu vou fazer aqui e mostra para vocês o resultado mas. Como podemos ver os pontos 25 e 34 também formaram uma micro emulsão? Nesse caso o que recomendamos é fazer os pontos ao redor desses 2 também para ver se temos outra outro ponto que forma uma boa formulação porém você só esses 3 são os melhores o que nós recomendamos é fazer eles em uma quantidade maior e seguir com as baterias de testes nesta é de estabilidade da sua empresa. Considerando o ponto 33 como um dos finalistas o que temos é uma formulação em que os 15% de surfactantes da sua formulação estão divididos em um para um para um dos 3 surfactantes ou seja 5% dos tem 22 5% do atl 4838 BE 5% do atls 4916 com isso finalizamos a metodologia do desenho do experimento e agora vocês podem reproduzir o aprendizado no laboratório de vocês? Espero que vocês tenham gostado dessa rápida explicação na busca da melhor combinação de surfactantes para a sua formulação que também tenho aprendido muito e caso precisem de maior suporte não deixe de escrever na caixa de perguntas e respostas que estaremos atrás das câmeras disponíveis para responder muito obrigado e voltamos com vigor e Raquel. Obrigado Raquel Gabriel reforçando de novo aí o último comentário do Gabriel pessoal pode mandar suas perguntas o time técnico está respondendo aqui por trás das câmeras e a gente está selecionando algumas aqui para o final do evento. Malak el. Bom Gabriel explicou ilustrou muito bem como nós usamos essa ferramenta é um desenvolvimento de formulações. E com esse formato nós podemos economizar tempo porque nós fazemos testes de uma forma que é organizada e racional. Esses testes eles têm sim uma menor precisão eles são um teste rápido mas conforme o Gabriel comentou é após fazer esses pequenos teste se a gente encontrar 1.com um bom resultado é importante que essa composição ela seja feita num volume maior e toda a estabilidade dessa formulação seja avaliada de acordo com os protocolos aí seguidas pela pela sua empresa. E um outro ponto que eu gostaria de lembrar é que formulações de suspensão e emoção em água que são aquelas que a gente já tem a formação da emoção dentro da formulação é importante nós cuidarmos do processo de geração dessas gotas porque a homogeneidade da distribuição de tamanho e obtermos gotas que sejam pequenas eles vão influenciar bastante. Uma maior estabilidade no tempo para esses produtos. Bom então aqui a gente comentou um pouco de. É alguns tipos de formulação um pouquinho da teoria de HLB mostramos para vocês como a gente pode encontrar experimentalmente OHLB requerido. A do nossa fase oleosa que a gente está trabalhando querendo emocionar mostramos também como nós podemos é fazer um desenho experimento para encontrar quais seriam é quase qual seria a melhor composição né melhor proporção entre emocionantes que a gente está testando para aquele para aquela fase é que a gente quer emocionar? E eu vou passar a palavra pro Igor para ele comentar um pouquinho com vocês sobre alguns produtos que a gente utiliza alguns produtos do nosso portfólio e que são utilizados amplamente em todas esses tipos de formulação que são base emoções. Obrigado Rachel é excelente bom pessoal é espero que o conteúdo aqui apresentado tem ajudado vocês já a pensar um pouquinho de como escolher não somente os componentes mas como garantir um processo de desenvolvimento robusto né e falando especificamente de produtos né a croda possui no seu portfólio todos os componentes necessários para essa formulação de uma emoção seja ela EW seja ela uma micro emulsão né entendo um pouquinho mais de detalhe aqui dentro da nossa linha de produtos? Não é começando pela linha de alto HLB né claramente a linha tuim é o grande Coringa no seu processo de formulação né sendo uma química verde que parte das químicas dos polisorbato ç a nossa nova linha twins elas têm diferentes níveis de toxina são e para oscilação né justamente para dar essa flexibilidade tanto no HLB né variando entre 12,7 até 17 como também na estrutura molecular que melhora aquela interação entre a fase contínua e dispersa que a Raquel comentou nos slides anteriores. Não é um excelente material complementar é o Atlas de 5002 ele né é o nosso copolímero de bloqueio PO ele tem um HLB de 17 e a versão líquida que falam se limita muito manuseio processo de produção k. Partindo já para para a linha de baixo HLB. A gente consegue perceber a extensão da nossa linha tuim também assim como ela participa super bem na linha é de alto HLB na de baixo ll be a gente tem OA linha tuim ele é 0515 com a liberdade de 5,3 tá que dá essa versatilidade para formulações com uma melhor pegada ambiental e mantendo a alta performance mas a principal recomendação que nós temos na linha é a linha phlox tá ela é composta pelos produtos até os 4916-1412. Não é eles são uma linha de poliméricos né eles são não iônicos com um HLB variando entre 5 e 7 em que a principal diferença entre eles é a estrutura molecular né essa estrutura molecular para dar flexibilidade durante o processo de de formulação garantindo bons pontos de ancoragem e esse dinamismo na interface de fase dispersa EEE fase contínua é que é um grande diferença entre eles né então eles ajudam bastante atender distintos cenários mantendo excelente performance? Tá vocês podem ver aqui do do lado direito né no nos recursos ali na nossa lista de recursos que tenham Luxury se verificando as diferenças entre eles né justamente para vocês entenderem direitinho como eleger o melhor produto e quando usar cada um deles k? Bom fechando aqui com a linha de aniônicos né ou trocas 4838 b é o nossa dbs de cálcio em em 2 etil hexanol né e a grande diferenciação vem na nossa linha de ésteres fosfatados né então nossa linha direta de suas suas tratados são surfactantes muito indicado para formulações de herbicidas e micronutrientes né tudo pela sua característica muito forte de tolerância água dura e alta eletrólitos que interfere na estabilidade dessa emulsão e é muito recomendado também para formulações de micro emulsões. Principalmente quando a gente está nessa situação extremas OK então esse é um resumo da nossa da nossa linha de produtos tá pessoal agora a gente vai interagir um pouquinho aqui com com a sessão de perguntas e respostas com a Raquel né agradecer vocês por ter ficado com a gente até até esse momento né a gente recebeu algumas perguntas durante o evento de novo reforçando que a gente vai já respondeu algumas ao longo do do do dia que com o nosso time nos Na Na parte de perguntas e respostas agora a gente vai responder algumas com a Raquel? Mas algumas a gente vai ter que deixar para depois do evento e eu ou Aline a nossa outra responsável comercial em nosso time técnico vai entrar em contato com vocês então a gente não vai deixar ninguém sem resposta k. A gente pode começar Raquel eu quero tomar uma água começar. Não vamos maravilha não lá. Ó a primeira pergunta aqui que que a gente selecionou que a gente foi pegando aqui ao longo do evento é é recomendado misturar emulsionantes não iônicos com aniônicos porque? Sim sim essa prática na verdade é muito comum é acho que? Grande parte das formulações de emoção acabam trazendo um componente aniônico. Não é iônico dentro da da mistura de emocionantes inclusive no exemplo que o Gabriel colocou na no nosso triângulo tinha um componente aniônico e 2 não iônicos né sendo um de auto outro debaixo HLBE eu interessante da gente combinar esses 2 tipos de emocionantes seria a gente ter um produto que traz uma estabilização estérica seria do não iônico. E o outro que seria o iônico ele tem as cargas que vão trazer uma estabilização eletrostática então a gente está fazendo uma combinação de formas de estabilização para para essa emoção então essa é sim uma prática muito interessante de ser utilizada. A mas só lembrar que a teoria de HLB ela não é direcionada para iônicos né a gente comentou ali que ele não leva em consideração dupla camada elétrica né essas cargas então a teoria de galeb ela é muito direcionada somente para os não iônicos. Maravilha e Raquel só para aproveitar essa sua pergunta essa sua resposta desculpa tem uma outra pergunta que a gente ia responder fora aqui mas acho que é interessante para aproveitar é a pergunta é o seguinte é tenho um surfactante né já com OHLB idêntico aí ao requerido para uma para 11 solvente né? Porque devo usar vários emocionantes na formulação e não seguir com o único. Tá bom. Se você usar somente um emocionante. É que seja já OHLB requerido alvo do seu da sua fase oleosa. Você pode até obter uma emoção mas é muito provável que essa emoção ela não seja robusta que ela não seja uma emoção muito estável com o tempo. É porque quando a gente faz essa combinação de diferentes moléculas né diferentes componentes emocionantes? Essa superfície essa estabilização da superfície olhem a água ela fica melhorada. Então a gente vai ter como não teve um slide que tinha uma figura né de 11 emocionante de alto aquele bem combinação com de baixa então eles têm uma solubilidade diferenciada naquela fase interna e na fase contínua externa e eles vão trazer então 11 posicionamento diferente nessa superfície. E dessa forma eles vão acabar trazendo uma. Um empacotamento que a gente fala né então eles vão ter 11 bom empacotamento dessa superfície e diminuindo a possibilidade de buracos né nessa estabilização que vão que facilitariam essa desestabilização aproximação e coalescência das gotas então em geral é quando a gente internamente né quando a gente vai trabalhar com o desenvolvimento de uma emoção a gente já segue para o triângulo que seria avaliação de 3 emocionantes em conjunto? Mas pode ser também que durante esse estudo do triângulo a gente vê que uma das arestas onde a gente avalia somente a composição de 2 de combinação né de 2 emocionantes é a gente já tem uma boa estabilização dessa formulação e a gente segue com o estudo de 2 componentes mas no geral a gente faz o triângulo para 3 componentes e. Segue com 3 emocionantes para essa mistura e tem aí uma boa estabilidade da dessa emoção. Maravilha não super respondido o que aqui estamos preparando a próxima pergunta enquanto a gente prepara aqui quero agradecer Oo Gabriel a Natália o Natan que estão respondendo vocês aí via perguntas e respostas estão aqui atrás das câmeras aí fazendo um super trabalho o Maximiliano nosso coordenador de marketing que já tá trabalhando há alguns dias algumas semanas no evento pela organização super bom muito bem desenhado e também que o time muito bem preparada k. Maravilha muita pergunta oi pode falar. Eu vi uma pergunta que que o pessoal mandou para a gente que eu achei interessante EE importante comentar seria podemos fazer o teste de HLB usando junto com o solvente o meu princípio ativo. Sim sim é nesse vídeo que o Gabriel fez pra gente ele traz uma forma ilustrativa né de como a gente faz esses testes então ali ele estava usando somente um óleo então a gente acabou não manipulando um ingrediente ativo naquele caso porque era realmente é uma ilustração de como fazer é o desenho de experimentos mas sim quando vocês forem fazer o desenvolvimento da formulação de vocês é até mais interessante a gente ter sim o ativo já solubilizado. Nessa fase oleosa então a gente ter como se fosse a formulação completa é realmente fixando todos os componentes e deixando ali o espaço para os emocionantes fixo né no caso a Lili usou se não me engano 15% na formulação e aí a gente só faz as alterações de de concentração dos emocionantes e aí a gente já teria como uma formulação jamais final né quando a gente chegar num bom resultado dentro do triângulo então é importante a gente já colocar o ingrediente ativo. Nessa nessa mistura então ele pode ser já um grande objetivo líquido na verdade né dependendo de de qual é o? O produto que a gente está trabalhando é se ele for líquido ele já poderia já ser a sua basicamente é só fase oleosa mas em geral a gente tem um solvente ajudando ali Na Na solubilização desse ativo. Pode ser sólido ou já um líquido viscoso então é importante a gente já fazer esses testes com a incorporação do ingrediente ativo. Porque isso pode interferir no seu HLB requerido né que seria da sua fase oleosa? Excelente excelente ligado aí na nas perguntas do pessoal deu tempo para eu ver uma outra pergunta que eu acho que é mais interessante Raquel aqui é muitas perguntas sobre microbiológicas né então nos pedem aqui se a gente poderia comentar um pouco de sobre o desenvolvimento de emoções aplicados a esse mercado? Sim é bom. Para as formulações de microbiológicos ou. O raciocínio vai ser o mesmo né a gente vai ter que encontrar emocionantes que tragam uma estabilidade para essa fase oleosa que a gente está trabalhando é imagino que pensando em emoções. Para biológicos é talvez o tipo de formulação que o pessoal esteja pensando aí mais se perguntando seria em relacionada ao d né a dispersão de um ativo numa fase oleosa? Há mais então a avaliação da emoção vai ser muito parecida né a gente vai ter que encontrar os emocionantes que estabilizam. Essa fase oleosa mas. Tratando-se de biológicos a gente tem a questão compatibilidade com o microrganismo e aí isso seriam outros testes né diferentes a serem feitos para avaliar essa compatibilidade. De desses componentes que a gente selecionou para fazer emoção e aí talvez seja interessante antes de partir para a fase. De estudo da emoção fazer previamente uma avaliação de compatibilidade desses. Desses produtos né desses emocionantes selecionados com o seu microrganismo porque depois que você encontrar uma formulação de estabilidade da emoção você já já sabe que provavelmente a compatibilidade da formulação final vai estar OK? Perfeito perfeito muito obrigado Raquel infelizmente é que nosso tempo se esgotou não é então eu respeito aqui os participantes a gente vai encerrar? De novo caso só pergunta e da gente vai retornar em breve esse contato eu Aline os nossos técnicos para a gente retomar as conversas e ajudar vocês a nível de detalhe e mesmo aqueles que que a gente já respondeu por aqui a gente também vai vai continuar conversas para garantir que a gente tenha uma conversa mais profunda aqui foi a ideia dar mais um um cheiro da resposta né porque não dá pra gente entrar em todo o nível de detalhe mas obviamente a gente está disponível para continuar a conversa? Bom Raquel não sei se você quer dar 11 último tchau para o pessoal encerramento. Só falar muito obrigada pela participação obrigado pelas perguntas e a gente continua em contato maravilha legal lembrando o pessoal que o evento vai ficar disponível lá no nosso site para consulta a qualquer momento assim como os os os outros materiais que a gente já desenvolveu né então podem entrar também através do link né mais uma vez nosso muito obrigado pela participação por favor nos procurem para tudo o que precisarem a gente também vai contratar vocês para ajudar OK? Então um ótimo dia para todo mundo espero que tenham gostado e até a próxima obrigada. _1634909830200

Você sabia que o desempenho da emulsão é ditado principalmente pela natureza dos surfactantes selecionados?

Em condições ideais, a natureza química dos surfactantes junto com outros fatores irá determinar a rapidez com que a emulsão se forma e quão estável ela será com o tempo.

Neste bate-papo Wigor e Raquel irão falar sobre o 'Desenvolvimento de Emulsões', falando um pouco de desafios e possíveis soluções para este tipo de formulações.

Teremos também a participação especial do Gabriel, quem irá trazer atividades práticas durante o evento para ensinar você como buscar os melhores surfactantes para um novo desenvolvimento.

Também responderemos questões ao vivo com nossos especialistas, mas se você quiser pode encaminhar sua pergunta já para cropcare.latam@croda.com.

Esperamos você para este Bate-papo!

Equipe Croda Crop Care

 

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